4/30/2005

Mobrob fornece tecnologia à Infineon

Um contacto feito, quase por acaso, numa feira de subcontratação de serviços permitiu à Mobrob desenvolver aquele que é o projecto "mais emblemático" da sua, ainda curta, existência. A empresa aveirense de automação e design industrial criada em 2002 não se assustou com o desafio colocado por uma das grandes multinancionais instaladas em Portugal - a alemã Infineon - e correspondeu às expectativas (ler artigo do Notícias de Aveiro).

4/25/2005

CEI na rede PME da COTEC

A CEI - Companhia de Equipamentos Industriais Lda. é uma das 24 empresas nacionais escolhidas pela COTEC - Associação Empresarial para a Inovação, para integrar a rede de Pequenas e Médias Empresas (PME) inovadoras (ler artigo do Notícias de Aveiro).

4/23/2005

Os segredos do sucesso dos Ez Special

O talento é a matéria-prima indispensável para ser músico mas sem uma boa estratégia, e até gestão empresarial, não será possível vingar num mercado ferozmente concorrencial. Os resultados estão à vista: os Ez Special devem facturar, até ao final de 2005, não menos de 500 mil euros.
A banda de Santa Maria da Feira quebrou alguns tabus em Portugal e o retorno económico, depois de muito auto-investimento, está, finalmente, a chegar (ler artigo do Notícias de Aveiro).

4/22/2005

Philips reduz produção em Ovar

A Philips quer encerrar a unidade de componentes bobinados em Ovar, que emprega actualmente cerca de 161 pessoas, e pretende encontrar um parceiro para a área de sistemas de controlo remoto, adiantou à Lusa Alberto Gil Pereira, administrador da empresa em Portugal (ler artigo).

4/21/2005

Aveiro projecta ZING

A região de Aveiro, através do contributo da Associação dos Municípios da Ria (AMRIA) e da Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), quer avançar com a criação de uma zona industrial de nova geração (ZING). O projecto insere no âmbito do programa Geoinvest, cujo primeiro passo foi o lançamento de um inquérito a cinquenta empresas e instituições nos 11 concelhos abrangidos pela AMRIA (ler artigo no Diário Económico).

4/18/2005

A. Silva Matos constrói fábrica para equipamento de hidrogénio

O Grupo A. Silva Matos, com sede em Sever do Vouga, vai avançar com uma fábrica para a construção de equipamentos de pequeno e grande porte de produção de hidrogénio. A fase de investigação e desenvolvimento (I&D) foi conduzida por um núcleo interno da empresa, em parceria de exclusividade com investigadores portugueses e alemães, seguindo-se agora a fase de formação de quadros da empresa.
O presidente do grupo, Adelino Silva Matos, adiantou ao Diário Económico, que “o ‘know-how’ de todo projecto é da total exclusividade do grupo Silva Matos para todo o mundo”.

4/15/2005

Cosval

Nos primórdios fabricou pequenas máquinas, atomizadores e destiladores em cobre. A grande viragem sucede a partir da década de 80 com a vulgarização do aço inox. É a partir dessa altura que a Cosval começa a ter uma palavra no mercado nacional e internacional na fabricação de depósitos e cubas de fermentação, entre outros equipamentos, com destaque para os lagares mecanizados que foram patenteados em 2003. Um reflexo do know-how acumulado com o passar do tempo (ler artigo).

4/11/2005

Beira-Mar: A grande oportunidade

Nesta altura do campeonato da Superliga de futebol (28 em 34 jornadas cumpridas), o Beira-Mar, último classificado isolado (23 pontos), já terá comprometido muito seriamente a manutenção.
Matematicamente, de facto, ainda é possível a salvação. Desportivamente, consultando o calendário, o cenário é muito mais complicado.
A despromoção, a acontecer, será um revés (desportivo e financeiro) muito grande para um clube como o Beira-Mar que pretendeu nos últimos anos lutar por lugares de relevo no futebol nacional. A cidade também sairá muito prejudicada, por deixar de aparecer ligada à principal competição do futebol português.
A Liga de Honra poderá, no entanto, ser uma grande oportunidade de reformar o Beira-Mar de alto a baixo e preparar o regresso em condições muito mais estáveis. Com um elenco directivo menos desgastado por épocas sucessivas, um plantel necessariamente adaptado (o que não quererá dizer menos competivo) às especificidades da segunda divisão e um novo relacionamento com a Câmara, dona da casa onde o clube joga.
A proprietária do estádio também vai pagar uma factura cara pela muito provável descida. E quererá renegociar com o inquilino que nem sempre tratou bem.
Não poderá é querer cobrar demasiado alto o desaire pelo risco desportivo sempre inerente à alta competição. Nunca será possível garantir que o Beira-Mar não seja despromovido.
Aliás, a autarquia, através da empresa municipal do estádio, também terá a sua quota parte de culpa. Não se admite que uma equipa profissional tenha de pedir, por favor, para treinar no novo recinto onde raramente foi feliz.

4/08/2005

Pesca longínqua mais pobre

O navios fábrica "Pardelhas" e "Almourol", que em tempos fizeram parte da emblemática frota da Empresa de Pesca de Aveiro, já não devem voltar ao porto bacalhoeiro da Gafanha da Nazaré, Ílhavo, e fazer companhia ao "Calvão" e ao "Santa Mafalda", entre outros. Há um ano soube que estavam arrestados no Chile. Descobri há dias que as viagens do "Pardelhas" e do "Almouro" estão a terminar e os destinos de ambos deve ser a sucata.
Para quem, como eu, tem um fascinio pela frota da pesca longínqua esta notícia é triste.

4/07/2005

O pior serviço público de Aveiro

Quem for à Conservatória do Registo Predial e Comercial de Aveiro só em circunstâncias muito raras, consegue ser atendido (o que não quer dizer que saia com o problema resolvido) com menos de 4 a 5 horas de espera.
Actualmente deve ser o pior serviço público da cidade. As finanças e o cartório estão agora muito melhor mas os registos pararam no tempo.
Habitualmente são 3 funcionárias, mas nem sempre, para 20 a 30 pessoas que (des) esperam pela chegada da sua vez.
O clima é de enorme stress. As reclamações já não incomodam quem lá trabalha que, face às circunstâncias, designadamente uma notória falta de pessoal, responde com o típico 'deixa andar'. É tudo feito a um ritmo lento e, muitas vezes, em claro desrespeito pelas pessoas.
A informatização, apesar de estarem lá muitos computadores sem uso, marcou passou e os registos, tarefa de si já complexa e morosa, são ainda (!) feitos à mão.
Perde-se tempo e dinheiro.
A conservatória de Aveiro, que ainda mistura predia e comercial no mesmo atendimento, é a face mais negra da burocracia, em que o Estado todo o poderoso dita as suas regras e ainda cobra !
Se fosse uma empresa já teria fechado, não tenho dúvida. E não era por falta de clientes.

4/05/2005

Prot@Tech

Seis jovens doutorados em várias áreas (bioquímica, biologia, neurociências, economia, e veterinária) com idades compreendidas entre os 23 e os 31 anos, resolveram avançar com um projecto de desenvolvimento de tecnologias para a biomedicina. O projecto foi premiado pela Agência de Inovação (ADI) entre mais de três centenas de propostas apresentadas no último concurso Ideias de Negócio. Deste modo, a Prot@Tech é a primeira empresa do sector em Portugal a dedicar-se à produção de anticorpos e ao estudo da interacção das proteínas, um campo ainda muito pouco conhecido mas que já tem investigação pioneira realizada no Centro de Biologia Celular da Universidade de Aveiro (ler artigo do Diário Económico).

4/02/2005

Novo Freixo leva doces para o Leste Europeu

Domingos Marques, responsável pela Nova Freixo, disse ao Diário Económico que o mercado internacional é responsável por cerca de 35% da facturação da empresa de Oliveira de Azeméis, com especial destaque para o mercado francês, alemão, do Reino Unido, Suíça, Luxemburgo e dos PALOP, como Cabo Verde e Angola. “O apelo à memória dos sabores regionais portugueses da panificação e confeitaria permite que a Nova Freixo tenha grande presença no estrangeiro.
"Procuramos explorar o ‘mercado da saudade’, mas estamos também em processo de internacionalização para os países de Leste", afirmou o responsável.

Calçado: Aerosoles deslocaliza produção

O sector do calçado, que tem na região do Entre Douro e Vouga um forte peso industrial, registou quebras nas vendas ao exterior em 4%, segundo dados do INE.
Artur Duarte, presidente da Aerosoles, com sede em Cortegaça, Ovar, explicou ao Diário Económico que “para nós, a solução é cada vez mais deslocalizar, porque os preços que hoje se praticam não são comportáveis”. O responsável admite que a produção da empresa é hoje feita em grande parte em países como a China, Roménia, e Brasil. “Nós seguramo-nos porque somos uma empresa essencialmente comercial”, salienta Artur Duarte, que refere ainda que a situação é global.

A chama de João Paulo Oliveira, administrador do Vulcano

Em 1994, o Grupo Bosch decidiu transformar a Vulcano em Centro de Competência Internacional para o negócio dos esquentadores. João Paulo Oliveira, Administrador Industrial da Vulcano e Mister Bosch em Portugal, fala-nos da importância de ter a inteligência do negócio no nosso País (ler entrevista Divas & Contrabaixos / Notícias de Aveiro).

Eco-Parque: Câmara vendeu os primeiros quatro lotes da nova zona industrial

A Câmara de Estarreja vendeu em Março os primeiros quatro lotes para a instalação de novas empresas no Eco-Parque Empresarial que é gerido pela Parquesta, uma sociedade participada pela API-Parques, subsidiária da Agência Portuguesa para o Investimento (ler artigo no Notícias de Aveiro).

Procuram-se novos criadores

A autarquia de S. João da Madeira e a empresa Recer, de Oliveira do Bairro, estão a incentivar, com iniciativas distintas, a criatividade. O prazo de entrega de propostas, em ambos os casos, aproxima-se do fim (ler artigo no Notícias de Aveiro).