Beira-Mar mete água por todo o lado
O Beira-Mar ainda tem uma réstea de esperança de manter-se na Superliga. Enquanto for possível matematicamente sonhar deveriam ser evitadas agitações internas. Incomprensivelmente, a direcção não soube reservar decisões inadiáveis para o final do campeonato como se vê por esta sequência de notícias que agitaram hoje o dia do clube fora de campo. Anda à deriva e mete água por todo o lado...
- O presidente do Beira-Mar, Mano Nunes, apresentou na passada segunda-feira o seu pedido de demissão ao presidente da Assembleia Geral e solicitou a marcação de eleições com urgência, anunciou o site do clube. Uma decisão justificada pelo fracasso da actual época desportiva.
O presidente assume "todas as responsabilidades" pela má carreira da equipa que está praticamente condenada à descida de divisão, "embora tivesse sido 'armadilhado' várias vezes" por "árbitros menos competentes, por indivíduos que se dizem beiramarenses e por mercenários que só são beiramarenses quando o clube lhes enche os bolsos".
- O Beira-Mar e a TBZ decidiram, de comum acordo, rescindir o contrato referente à gestão de merchandising. Segundo um comunicado do clube, a "decisão prende-se única e exclusivamente com a rentabilidade" do protocolo "não podendo assacar-se responsabilidades a qualquer das partes".
- A venda de um CD por 10 euros, que incluía dois bilhetes grátis para o jogo coma Académica, fez estalar grande burburinho no seio da Direcção do Beira-Mar. Em consequência, o director executivo do clube aveirense, Nuno Arroteia, apresentou a demissão. Estranhamente, no centro da polémica está a banda musical aveirense Arya, que funcionou como intermediária no negócio estabelecido com a claque da Briosa, Mancha Negra.

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